{"id":1799,"date":"2020-02-07T19:02:47","date_gmt":"2020-02-07T22:02:47","guid":{"rendered":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799"},"modified":"2024-11-19T09:03:39","modified_gmt":"2024-11-19T12:03:39","slug":"a-vigencia-temporal-do-seguro-de-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799","title":{"rendered":"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida"},"content":{"rendered":"<div class=\"itemBody\">\n<div class=\"itemIntroText\">\n<p>Escrito por Lu\u00eds Felipe Pellon<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"itemFullText\">\n<p>A resili\u00e7\u00e3o unilateral do contrato de seguro de vida no Brasil \u00e9 vista com tranquilidade quando \u00e9 feita pelo segurado. Contudo, tratando-se de uma iniciativa do segurador, a situa\u00e7\u00e3o muda de figura e enfrenta resist\u00eancias diversas, especialmente em contratos com longos per\u00edodos de vig\u00eancia.<\/p>\n<p>A an\u00e1lise desta relevante quest\u00e3o inicia-se nos artigos 760 e 796 do C\u00f3digo Civil, dispondo o primeiro que contratos de seguro de qualquer modalidade ter\u00e3o de conter previs\u00e3o espec\u00edfica definindo o in\u00edcio e o fim de sua validade; ou seja, exige-se que o instrumento contratual estipule um prazo de vig\u00eancia temporal para o neg\u00f3cio. O segundo, curiosamente, vai mais al\u00e9m e determina que tamb\u00e9m o pr\u00eamio (e a\u00ed somente na modalidade de seguro de vida) tenha o seu prazo de vig\u00eancia expresso, admitindo-se as alternativas de prazo limitado ou por toda a vida do segurado. Naturalmente, caso o contrato possua um prazo definido para sua vig\u00eancia, todas as suas disposi\u00e7\u00f5es estar\u00e3o submetidas ao mesmo, n\u00e3o sendo necess\u00e1rio definir prazos diferenciados para revis\u00e3o de pr\u00eamio e para a dura\u00e7\u00e3o contratual. A n\u00e3o ser \u00e9 claro, que a revis\u00e3o do pr\u00eamio se fa\u00e7a em per\u00edodo inferior ao da vig\u00eancia temporal convencionada para o contrato, como seria o caso de contratos plurianuais ou de contratos vital\u00edcios. Da\u00ed que, face \u00e0 exist\u00eancia de previs\u00e3o legal espec\u00edfica a respeito, uma vez encerrado o ciclo de vig\u00eancia contratual, \u00e9 perfeitamente l\u00f3gico e jur\u00eddico que qualquer das partes \u2013 seja ela o segurador ou o segurado \u2013 possa resilir imotivadamente o contrato. Como tamb\u00e9m pode o segurador, uma vez decorrido o tempo convencionado, exigir a revis\u00e3o do pr\u00eamio de seguro devido.<\/p>\n<p>Apesar da clareza destes preceitos, algumas decis\u00f5es importantes foram emitidas contrariando esta l\u00f3gica, e a maior cr\u00edtica que se pode fazer a este modo de ver a quest\u00e3o, \u00e9 o fato de estar desconectado da t\u00e9cnica de seguros e, especificamente, do conceito de mutualismo, este um dos tr\u00eas elementos essenciais do seguro.<\/p>\n<p>Recentemente, por\u00e9m, um novo julgamento pacificou o entendimento do STJ a respeito, admitindo a resili\u00e7\u00e3o unilateral tamb\u00e9m pelo segurador, decis\u00e3o esta ancorada justamente nos conceitos da t\u00e9cnica de seguros. Trata-se do Recurso Especial n\u00ba 880.605, da Segunda Se\u00e7\u00e3o do STJ, de relatoria do Ministro Luis Felipe Salom\u00e3o, cujo ac\u00f3rd\u00e3o foi redigido pelo Min. Massami Uyeda, uma vez que o relator original ficou vencido na vota\u00e7\u00e3o, definida pela maioria.\u00a0 \u00c9 de se notar que o Ministro redator do ac\u00f3rd\u00e3o mudou de opini\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a um outro ac\u00f3rd\u00e3o, de sua relatoria, face aos novos e melhores argumentos trazidos \u00e0 aprecia\u00e7\u00e3o da Corte.\u00a0 De fato, a longa ementa \u00e9 esclarecedora, contendo in\u00fameros ensinamentos e defini\u00e7\u00f5es relevantes para o contrato de seguro, em especial ao de vida.<br \/>\nA certa altura diz a ementa que \u201cem se tratando, pois, de contrato por prazo determinado, a obriga\u00e7\u00e3o da Seguradora, consistente na assun\u00e7\u00e3o de dos riscos predeterminados, restringe-se ao per\u00edodo contratado, t\u00e3o somente\u201d. \u201cSobressai, assim, do contrato em tela, dois aspectos relevantes, quais sejam, o do mutualismo das obriga\u00e7\u00f5es (dilui\u00e7\u00e3o do risco individual no risco coletivo) e o da temporariedade contratual\u201d.<\/p>\n<p>Dito ac\u00f3rd\u00e3o avan\u00e7a fundo na quest\u00e3o, reafirmando a necessidade que tem o segurador de periodicamente aferir a higidez e idoneidade do fundo que administra, formado pelas contribui\u00e7\u00f5es dos segurados que com ele contratam riscos semelhantes, baseando-se em conceitos e c\u00e1lculos atuariais, promovendo, para tanto, os reajustes de pr\u00eamio que forem necess\u00e1rios. Diz ainda que cabe \u00e0 seguradora sopesar se o seguro contratado dever\u00e1 ou n\u00e3o prosseguir nas mesmas bases originalmente pactuadas, ou ainda se n\u00e3o dever\u00e1 ser resilido no caso de absoluta inviabilidade de se resguardar os interesses da comunidade em risco administrada pelo segurador e vinculada atrav\u00e9s do mutualismo. Tal proceder, ainda segundo o citado ac\u00f3rd\u00e3o, n\u00e3o ensejaria qualquer abusividade ou indevida potestatividade de parte da seguradora.<\/p>\n<p>Prossegue afirmando que \u201cn\u00e3o se concebe que o exerc\u00edcio, por qualquer dos contratantes, de um direito (consistente na n\u00e3o renova\u00e7\u00e3o do contrato), inerente \u00e0 pr\u00f3pria natureza do contrato de seguro de vida, e, principalmente, previsto na lei civil, possa, ao mesmo tempo, encerrar abusividade sob a \u00e9gide do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor, ou, ainda, inobserv\u00e2ncia da boa-f\u00e9 objetiva, fundada, t\u00e3o somente, no fato de o contrato entabulado entre as partes ter tido vig\u00eancia pelo per\u00edodo de dez anos. N\u00e3o se pode simplesmente, com esteio na lei consumerista, reputar\u00a0 abusivo todo e qualquer comportamento contratual que supostamente seja contr\u00e1rio ao interesse do consumidor, notadamente se o proceder encontra respaldo na lei de reg\u00eancia. Diz-se, supostamente, porque, em se tratando de um contrato de vi\u00e9s coletivo, ao se conferir\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 uma interpreta\u00e7\u00e3o que torne vi\u00e1vel a\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 consecu\u00e7\u00e3o\u00a0 do seguro pela Seguradora, beneficia-se, ao final, n\u00e3o apenas o segurado, mas a coletividade de segurados\u201d. Finaliza afirmando que \u201ca consequ\u00eancia inexor\u00e1vel da determina\u00e7\u00e3o de obrigar a Seguradora\u00a0 a manter-se vinculada eternamente a alguns segurados \u00e9 tornar sua presta\u00e7\u00e3o mais cedo ou mais tarde, inexequ\u00edvel, em detrimento da coletividade de segurados\u201d.<br \/>\nEste ac\u00f3rd\u00e3o, que por ter sido emitido pela Segunda Se\u00e7\u00e3o reposiciona e harmoniza a jurisprud\u00eancia das Turmas C\u00edveis do STJ, est\u00e1 em perfeita conson\u00e2ncia com o ensinamento dos doutos. Sergio Cavalieri Filho (1) diz que se deve ter sempre em conta \u201cque a preserva\u00e7\u00e3o e o aprimoramento de t\u00e3o relevante instrumento de desenvolvimento depende n\u00e3o s\u00f3 do conhecimento, mas, tamb\u00e9m, do respeito aos seus princ\u00edpios econ\u00f4micos e jur\u00eddicos\u201d. Dito mestre define o segurador como um gestor de fundos resultantes do exerc\u00edcio do mutualismo, praticado pela comunidade de segurados submetidos aos mesmos riscos, \u00e0s mesmas probabilidades de dano, e que por isso decidiram contribuir para a forma\u00e7\u00e3o de um fundo capaz de fazer frente aos preju\u00edzos (sinistros) sofridos por integrantes do grupo, durante certo per\u00edodo de tempo. O segurador entra nesta equa\u00e7\u00e3o como o administrador contratado, detentor de t\u00e9cnica e experi\u00eancia com riscos, que contribui com seu capital pr\u00f3prio apenas para fazer frente a seus erros de c\u00e1lculo, \u00e0s flutua\u00e7\u00f5es inesperadas de sinistro que n\u00e3o previu ou n\u00e3o calculou. Esta \u00e9 ainda a posi\u00e7\u00e3o de Jos\u00e9 Augusto Delgado (2) e de Pedro Alvim (3).<\/p>\n<p>A t\u00e9cnica de seguros desponta, assim, como um c\u00e2none fundamental do seguro, desenvolvida que foi para prever com seguran\u00e7a a quantidade e frequ\u00eancia com que ocorrem os sinistros; para saber calcular os pr\u00eamios necess\u00e1rios a fim de atender a estas demandas, bem como formular os contratos adequados para assegurar certeza e precis\u00e3o no enquadramento dos riscos cobertos. O pleno dom\u00ednio desta t\u00e9cnica \u00e9 que vai garantir a mutualidade, assegurando \u00e0 comunidade em risco que os recursos vertidos para o fundo ser\u00e3o suficientes para garantir os riscos cobertos e indenizar todos\u00a0\u00a0\u00a0 os sinistros ocorridos. Naturalmente, \u00e9 com base nessa performance que os seguradores ser\u00e3o avaliados pelos potenciais segurados, desenvolvendo-se ou involuindo na exata medida do sucesso ou fracasso no desempenho dessa tarefa. Por estas raz\u00f5es, a t\u00e9cnica de seguros deve ser preservada e\u00a0 aplicada com rigor, tamb\u00e9m pelos tribunais.<br \/>\n___________________<br \/>\n(1) Sergio Cavalieri Filho, in \u201cPrograma de Responsabilidade Civil\u201d, Malheiros Editores, 6\u00aa edi\u00e7\u00e3o, 2005: \u201cTr\u00eas s\u00e3o os elementos do seguro \u2013 o risco, a mutualidade e a boa-f\u00e9 \u2013 elementos, estes, que formam o trip\u00e9 do seguro, uma verdadeira sant\u00edssima trindade\u201d. P\u00e1g. 437.<br \/>\n(2) Jos\u00e9 Augusto Delgado, in Coment\u00e1rios ao novo C\u00f3digo Civil\u201d, Editora Forense, Vol. XI, Tomo I, p\u00e1g.758 e seguintes.<br \/>\n(3) Pedro Alvim, in \u201cO Contrato de Seguro\u201d, Editora Forense, 3\u00aa edi\u00e7\u00e3o, p\u00e1g. 269.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escrito por Lu\u00eds Felipe Pellon A resili\u00e7\u00e3o unilateral do contrato de seguro de vida no Brasil \u00e9 vista com tranquilidade [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":6884,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"footnotes":""},"categories":[43],"tags":[],"class_list":["post-1799","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v27.6 - https:\/\/yoast.com\/product\/yoast-seo-wordpress\/ -->\n<title>A vig\u00eancia temporal do seguro de vida - Pellon &amp; Associados<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida - Pellon &amp; Associados\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Escrito por Lu\u00eds Felipe Pellon A resili\u00e7\u00e3o unilateral do contrato de seguro de vida no Brasil \u00e9 vista com tranquilidade [&hellip;]\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Pellon &amp; Associados\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2020-02-07T22:02:47+00:00\" \/>\n<meta property=\"article:modified_time\" content=\"2024-11-19T12:03:39+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.pellon.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/not3.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"900\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"600\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Administrador\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Administrador\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"7 minutos\" \/>\n<script type=\"application\/ld+json\" class=\"yoast-schema-graph\">{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"Article\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799#article\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799\"},\"author\":{\"name\":\"Administrador\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/39dc24afbaf99247670e656e969e1f4a\"},\"headline\":\"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida\",\"datePublished\":\"2020-02-07T22:02:47+00:00\",\"dateModified\":\"2024-11-19T12:03:39+00:00\",\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799\"},\"wordCount\":1346,\"commentCount\":0,\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/#organization\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/02\\\/not3.jpg\",\"articleSection\":[\"Artigos\"],\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"CommentAction\",\"name\":\"Comment\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799#respond\"]}]},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799\",\"name\":\"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida - Pellon &amp; Associados\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/#website\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799#primaryimage\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799#primaryimage\"},\"thumbnailUrl\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/02\\\/not3.jpg\",\"datePublished\":\"2020-02-07T22:02:47+00:00\",\"dateModified\":\"2024-11-19T12:03:39+00:00\",\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799#breadcrumb\"},\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"ReadAction\",\"target\":[\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799\"]}]},{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799#primaryimage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/02\\\/not3.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2020\\\/02\\\/not3.jpg\",\"width\":900,\"height\":600},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?p=1799#breadcrumb\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":1,\"name\":\"In\u00edcio\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/\"},{\"@type\":\"ListItem\",\"position\":2,\"name\":\"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida\"}]},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/\",\"name\":\"Pellon & Associados\",\"description\":\"\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/#organization\"},\"alternateName\":\"Pellon & Associados\",\"potentialAction\":[{\"@type\":\"SearchAction\",\"target\":{\"@type\":\"EntryPoint\",\"urlTemplate\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?s={search_term_string}\"},\"query-input\":{\"@type\":\"PropertyValueSpecification\",\"valueRequired\":true,\"valueName\":\"search_term_string\"}}],\"inLanguage\":\"pt-BR\"},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/#organization\",\"name\":\"Pellon & Associados\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/05\\\/share.jpg\",\"contentUrl\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2026\\\/05\\\/share.jpg\",\"width\":900,\"height\":600,\"caption\":\"Pellon & Associados\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/#\\\/schema\\\/logo\\\/image\\\/\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/#\\\/schema\\\/person\\\/39dc24afbaf99247670e656e969e1f4a\",\"name\":\"Administrador\",\"sameAs\":[\"https:\\\/\\\/marketingjuridico.net.br\\\/advpell\"],\"url\":\"https:\\\/\\\/www.pellon.com.br\\\/?author=1\"}]}<\/script>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida - Pellon &amp; Associados","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida - Pellon &amp; Associados","og_description":"Escrito por Lu\u00eds Felipe Pellon A resili\u00e7\u00e3o unilateral do contrato de seguro de vida no Brasil \u00e9 vista com tranquilidade [&hellip;]","og_url":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799","og_site_name":"Pellon &amp; Associados","article_published_time":"2020-02-07T22:02:47+00:00","article_modified_time":"2024-11-19T12:03:39+00:00","og_image":[{"width":900,"height":600,"url":"https:\/\/www.pellon.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/not3.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Administrador","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Administrador","Est. tempo de leitura":"7 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"Article","@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799#article","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799"},"author":{"name":"Administrador","@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/#\/schema\/person\/39dc24afbaf99247670e656e969e1f4a"},"headline":"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida","datePublished":"2020-02-07T22:02:47+00:00","dateModified":"2024-11-19T12:03:39+00:00","mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799"},"wordCount":1346,"commentCount":0,"publisher":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/#organization"},"image":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.pellon.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/not3.jpg","articleSection":["Artigos"],"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"CommentAction","name":"Comment","target":["https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799#respond"]}]},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799","url":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799","name":"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida - Pellon &amp; Associados","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/www.pellon.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/not3.jpg","datePublished":"2020-02-07T22:02:47+00:00","dateModified":"2024-11-19T12:03:39+00:00","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799#primaryimage","url":"https:\/\/www.pellon.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/not3.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.pellon.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/not3.jpg","width":900,"height":600},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?p=1799#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/www.pellon.com.br\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"A vig\u00eancia temporal do seguro de vida"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/#website","url":"https:\/\/www.pellon.com.br\/","name":"Pellon & Associados","description":"","publisher":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/#organization"},"alternateName":"Pellon & Associados","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/#organization","name":"Pellon & Associados","url":"https:\/\/www.pellon.com.br\/","logo":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/#\/schema\/logo\/image\/","url":"https:\/\/www.pellon.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/share.jpg","contentUrl":"https:\/\/www.pellon.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/share.jpg","width":900,"height":600,"caption":"Pellon & Associados"},"image":{"@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/#\/schema\/logo\/image\/"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.pellon.com.br\/#\/schema\/person\/39dc24afbaf99247670e656e969e1f4a","name":"Administrador","sameAs":["https:\/\/marketingjuridico.net.br\/advpell"],"url":"https:\/\/www.pellon.com.br\/?author=1"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1799","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1799"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1799\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/6884"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1799"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1799"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.pellon.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1799"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}